Saiba como ajudar em Paranaguá as famílias atingidas pelo ciclone em Rio Bonito do Iguaçu
Na noite de sexta-feira, 7, um tornado extratropical atingiu Rio Bonito do Iguaçu, na região Centro-Sul do Paraná. O fenômeno climático causou destruição em grande parte da cidade, com cerca de 90% das casas e estabelecimentos danificados. Até o momento, seis mortes foram confirmadas no município, além de um óbito registrado em Guarapuava em decorrência da mesma frente de tempestade. Equipes públicas e voluntárias atuam na região, e ações de solidariedade estão sendo organizadas em diferentes cidades do Estado.
Em Paranaguá, a Polícia Rodoviária Federal está realizando uma campanha emergencial para arrecadar doações às famílias afetadas. Estão sendo recebidos água potável, alimentos não perecíveis, roupas e calçados em boas condições. As doações podem ser entregues na unidade da PRF localizada no km 11,8 da BR-277, em Alexandra. Segundo a corporação, os materiais serão conduzidos para Rio Bonito do Iguaçu conforme a logística de atendimento e assistência instalada no município atingido.
O Santuário Estadual de Nossa Senhora do Rocio também participa da mobilização e está recebendo doações durante as celebrações das novenas e procissões da festa. As doações podem ser feitas nos horários das celebrações: 6h, 9h, 12h, 14h, 16h e 19h. São aceitos itens como água, alimentos básicos, produtos de higiene, roupas e calçados em bom estado. O material arrecadado será encaminhado à PRF para transporte até o município afetado.
A Prefeitura de Rio Bonito do Iguaçu informou que também está recebendo doações financeiras para auxiliar na reconstrução e atendimento às famílias. A chave PIX disponibilizada é 95.587.770/0001-99. O município reforça que os valores serão destinados para ações emergenciais e suporte direto às pessoas que perderam suas casas ou tiveram prejuízos significativos.
A orientação das instituições envolvidas é de que doações sejam feitas prioritariamente em itens de necessidade básica e em condições de uso imediato, considerando que muitas famílias estão desalojadas e dependem de apoio para alimentação, vestuário e higiene. Equipes de assistência social e defesa civil continuam atuando na região afetada.
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