Suspeito de estupro em Paranaguá se entrega e é preso após ficar foragido

Após ter um mandado de prisão expedido pela Justiça e passar dias foragido, Nathan de Siqueira Menezes, de 20 anos, se entregou à polícia nesta quarta-feira (26), em Paranaguá. O crime aconteceu em fevereiro e foi registrado por câmeras de segurança.

Marços 28, 2025 - 16:59
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Suspeito de estupro em Paranaguá se entrega e é preso após ficar foragido

Nathan de Siqueira Menezes, de 20 anos, foi preso nesta quarta-feira (26) após se apresentar à polícia em Paranaguá, no litoral do Paraná. Ele era considerado foragido desde 17 de março, após a Justiça determinar sua prisão. O crime, ocorrido em 23 de fevereiro em um posto de combustíveis desativado, foi registrado por câmeras de segurança.

Ele é investigado por um caso de estupro ocorrido em 23 de fevereiro em um posto de combustíveis desativado na cidade. O crime foi registrado por câmeras de segurança.

Desde 17 de março, Nathan era considerado foragido, após a Justiça determinar sua prisão. O mandado foi expedido apenas na terceira tentativa, após solicitações do Ministério Público do Paraná (MP-PR).

De acordo com a polícia, enquanto estava foragido, o suspeito teria se escondido em outro estado.

A defesa de Nathan optou por não comentar o caso, que segue sob sigilo judicial.

As imagens do crime mostram a vítima e o suspeito no posto de combustíveis desativado, localizado próximo a uma casa de shows. A mulher procurava um banheiro quando Nathan se ofereceu para ajudá-la.

Nas gravações, ele aparece puxando a mulher para o banheiro do local, enquanto ela tenta se segurar na parede. Treze minutos depois, a vítima sai correndo, e Nathan é visto deixando o local sem camisa.

A delegada Maluhá Soares solicitou a prisão do suspeito assim que ele foi identificado nas imagens. No entanto, em 27 de fevereiro, ele recebeu liberdade provisória, com a condição de usar tornozeleira eletrônica.

Segundo a promotora de Justiça Tatiana Sigal Zago, Nathan não compareceu ao Departamento Penitenciário do Paraná (Deppen) para colocar o dispositivo de monitoramento. Por conta disso, o MP-PR solicitou novamente sua prisão em 12 de março. O juiz Brian Frank, da 2ª Vara Criminal de Paranaguá, negou o pedido, alegando que não havia requisitos suficientes para a prisão preventiva e que o suspeito poderia não ter sido devidamente informado sobre a obrigatoriedade da tornozeleira eletrônica.

No dia 14 de março, a promotora fez um terceiro pedido de prisão diretamente ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). O desembargador Ruy Henriques acatou o pedido, argumentando que Nathan havia sido notificado sobre a necessidade do monitoramento eletrônico durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão.

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